Às vezes, não são as palavras e nem as imagens que ficam raras, mas o conforto em dividi-las. Um conforto que não tem a ver com estar feliz ou estar triste.
Tem época em que, simplesmente, a gente quer a gente só pra gente... e ninguém mais; ou talvez para poucos.
É quando cada linha escrita depois acaba sendo apagada. É quando cada tweet morre ali mesmo na caixinha onde ele nasce... Quando as fotos começam a ficar empilhadas e quando você prefere ficar em silêncio.
Mas há uma constante universal:
as pessoas precisam aprender a ler melhor o silêncio das outras.
On March 11 2010
Edit