Um jovem,muito familiar,voce vê,pros dois lados olhar,e caminhando pro outro lado da rua,jovem que sonha em liberdade materna e paterna,uma coisa tão simples,volta de seu trabalho às 17 horas de segunda a sexta,e as 18:20 caminha até sua segunda e ultima etapa obrigatoria do dia.Estranho alguem como eu que estou aqui na esquina sei tanto sobre alguem,sem ao menos reconhece-lo daqui da esquina da rua,um papel de bala cai de sua mão,como de costume,nao joga papeis no chão,agacha-se até o chão para recolher,então um carro,sem se preocupar,o joga até meus pés,e o motorista foge,sem dar a minima.Seu rosto disfigurado nao posso reconhece-lo,estranho,suas roupas são identicas as minas,o unico jeito de ajuda-lo era coletando informaçoes sobre ele,dentro de sua carteira,sou eu,assistindo minha morte de camarote,minha memoria virou uma polaroide,pra mim acabo,se um dia eu precisar de Deus,foi rezar pra ele me chegar aos 50 anos rapido,pra não ter que ficar tremolo de raiva com certas coisas,eu to vendo o que ta acontecendo tudo de camarote,meus amigos indo,e minha vida ficando,o que era minha paz,talvez agora seja um pesadelo,apesar de as vezes ser muito bom,pensar em ter voce aqui,voce pode o fim de um adolescente que tem planos,mas nunca saem do papel,que depois vira rascunho,e como se sabe,rascunho sempre vai pro lixo um dia,e junto com ele,quero ir junto.

On March 13 2010 Edit







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